Frank Iero, guitarrista da banda ''My Chemical Romance'', vai editar o álbum de estreia do seu novo projecto, ''Leathermouth'', escreve a NME.
A banda assinou recentemente com a editora ''Epitaph'' e vai lançar o disco ''XO'' no dia 26 de Janeiro de 2009.
''Parece que passou uma vida inteira à espera que este disco visse a luz do dia, mas é realmente um sonho que se tornou realidade'', disse Iero no blog da banda.
Lenine actua em Lisboa e no Porto, no próximo ano. O músico brasileiro regressa aos palcos nacionais, a 21 e 22 de Março, para dois concertos na Aula Magna e no Cinema Batalha, respectivamente.
Na bagagem, Lenine traz o seu mais recente álbum, "Labiata", que marca o seu regresso aos originais, ao fim de seis anos de interregno, e onde se inclui o tema 'É o Que Me Interessa'.
Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais, sendo que os preços para a capital variam entre os 25 (anfiteatro) e os 35 euros (doutorais), enquanto na Invicta vão desde os 20 aos 30 euros.
Os Take That revelaram que um dos temas do novo disco "Circus", foi inspirado por Amy Winehouse.
A canção em questão chama-se 'How Did it Come to This' e foi escrita por Jason Orange. A letra fala de uma rapariga um pouco obsessivo-compulsiva e esquizofrénica de Camdem, bairro do norte de Londres onde Winehouse cresceu e reside.
''Todo este barulho e estas luzes/ Toda esta conversa pela noite dentro. Todas estas expectativas estão a dar comigo em louca/ Diz-me já te viste antes? Como é que chegámos aqui? Como é que raio chegámos aqui? Ligaste a televisão? Viste a realidade?'', pode ouvir-se na letra do tema.
"The Circus" chega às lojas no dia 01 de Dezembro, sendo apresentado pelo single 'Greatest Day', um dos temas preferidos de Gary Barlow, segundo declarações citadas pelo site music-news.com.
''Temos tantas músicas para fechar os nossos espectáculos, mas sempre procurámos o tema perfeito para abri-los. 'Greatest Day' é essa canção'', comentou Barlow.
O novo disco é pretexto para mais uma digressão do agora quarteto intitulada "Take That Presents The Circus Live". Por agora, a boy band só tem datas marcadas para o Reino Unido, entre Junho e Julho de 2009. Ainda antes do final deste ano, Gary Barlow, Mark Owen, Howard Donald e Jason Orange apresentam "The Circus" num mega-concerto em Paris, no dia 01 de Dezembro.
Billy Corgan tem sido a grande estrela da digressão comemorativa dos 20 anos dos Smashing Pumpkins, mas não pelas razões que seriam de esperar.
De acordo com a imprensa norte-americana, os concertos desta tournée têm-se caracterizado por escolhas inesperadas de canções, com destaque para temas de Zeitgeist e longos improvisos, e bizarras conversas entre Billy Corgan e o público.
Num concerto em Nova Iorque, diz a Rolling Stone, um fã subiu ao palco para afirmar que o espectáculo da noite anterior tinha sido "uma bela treta".
Quando o espectador regressava ao seu poiso, Billy Corgan atacou-o, dizendo: "Gosto muito daquela canção que tu escreveste. Como é que se chamava? 'Take Your Dick Out of My Ass and Stick It in My Mouth'? Foi um grande sucesso na Europa".
Na mesma digressão, mas em Washington, Billy Corgan respondeu à provocação de um espectador, que lhe perguntou por James Iha (antigo guitarrista dos Smashing Pumpkins).
O vocalista recrutou do público uma rapariga, afirmou que ela era Iha e perguntou-lhe o que ela/ele tinha feito nos últimos tempos.
Já em Chicago, a sua terra natal, Billy Corgan falou durante quase 10 minutos, confessando ao público não perceber o que os fãs esperam de si.
"Que eu saiba somos uma banda alternativa. E isso quer dizer que fazemos uma coisa diferente do resto das pessoas. Incluindo aquelas bandas que fazem reuniões de regresso e só tocam as canções antigas", desabafou.
A certa altura, um espectador sobe a palco para "mimar" Billy Corgan, garantindo que o líder dos Smashing Pumpkins é o maior (e que pagou 300 dólares pelos bilhetes do concerto).
Vejam aqui o estranho episódio, onde Billy Corgan afirma ainda que, depois do concerto, há-de ir para casa masturbar-se a pensar em Sarah Palin.
Madonna e Guy Ritchie chegaram finalmente a um acordo sobre as questões que mantinham o divórcio em impasse. Segundo notícia avançada pelo jornal Times, o casal concordou em fazer dividir o tempo dos filhos em comum (Rocco de oito anos e David de três) entre Nova Iorque, onde a cantora decidiu viver, e Londres, onde vive o realizador. Lourdes, a filha de Madonna ficará com a mãe.
Quanto a questões financeiras, o jornal britânico avança que Ritchie se recusou a ficar com o dinheiro que era dele por direito (poderia ficar com metade dos rendimentos que a cantora auferiu durante os oito anos de casamento).
Apesar de no mês passado ter vindo a público a rejeição de Ritchie face a uma proposta de Madonna no valor de 20 milhões de libras (aproximadamente 23 milhões de euros), um amigo do casal declarou: "Ele podia ter aumentado muito a sua conta bancária e ficar com a vida feita, mas sente que já tem dinheiro suficiente. E também não quis que este assunto continuasse a arrastar-se em público durante meses. A sua prioridade é o futuro dos filhos".
Madonna tinha feito fica-pé quanto à questão dos filhos, defendendo que queria tê-los sempre com ela nos Estados Unidos, mas agora parece ter recuado.
A rainha da pop e o realizador decidiram colocar um fim ao casamento de oito anos no mês passado. Desde então têm vindo a público diversas notícias sobre as supostas traições e as batalhas que envolvem o divórcio do casal.
Os Klaxons disseram em entrevista ao NME que o segundo álbum, sucessor de Myths of the Near Future , estará acabado daqui a um mês, no Natal.
A banda já acabou de gravar com Tony Visconti, produtor de álbuns de David Bowie e Morrissey, e voltou a trabalhar com James Ford, músico dos Simian Mobile Disco e responsável por Myths of the Near Future .
O projecto britânico foi o vencedor do Mercury Prize em 2007, com o registo de estreia, que veio promover a Portugal no festival Super Bock Super Rock.
O primeiro single do registo: "Chinese Democracy" começou a rodar nas rádios há pouco tempo, mas a banda parece querer apostar em recuperar o tempo perdido e já avançou com o segundo: "Better".
Os Blink 182 podem voltar a juntar-se enquanto banda, avançou o Billboard. Os três elementos do projecto norte-americano separaram-se em 2005 e ficaram quase quatro anos sem se falar, mas a recente morte do produtor Jerry Finn e o acidente de avião do baterista Travis Barker fizeram com que os três voltassem a comunicar.
O baixista Mark Hoppus escreveu o seguinte no seu blog pessoal: "Estamos a criar novamente laços enquanto amigos depois de quatro anos sem falar. É uma coisa boa. Claro que a primeira pergunta que muita gente fará será: 'Isto quer dizer que os Blink 182 se vão reunir?'. A resposta é: nenhum de nós sabe. Ainda não falámos sobre isso".
A banda formou-se em 1992 e editou cinco álbuns. O último foi editado em 2003 e o derradeiro concerto do projecto foi dado em Dezembro de 2004. Depois de o trio se separar, Barker e Hoppus formaram os +44 e Tom DeLonge (guitarrista e vocalista) os Angels & Airwaves.
Numa entrevista "de carreira", a propósito da atribuição aos Cure do prémio Godlike Genius, Robert Smith falou ao NME sobre aquela que é uma das canções mais populares da banda.
"O 'Friday I'm In Love' não é uma obra genial, foi uma canção quase calculada", afirma Robert Smith sobre o êxito de 1992.
"Tem uma sequência muito boa de acordes. Nem acreditava que nunca ninguém a tivesse usado e, como as drogas me faziam paranóico, andava sempre a dizer às pessoas: 'Devo ter roubado isto a alguém, não posso ter sido eu a inventar isto'".
"Telefonava às pessoas, cantava a música e perguntava-lhes: 'Já ouviste isto? Como é que se chama?'. E elas: 'Não, não, nunca ouvi'", recorda o inglês.
Sobre a tradicional alternância entre músicas tristes e alegres na carreira dos Cure, Robert Smith é realista: "Os êxitos pop é que nos trouxeram sucesso".
"Há uma pequena parte do que fazemos que, em termos de música contemporânea, é muito negra, muito desolada, sem esperança. Adoro essa nossa faceta", reconhece Robert Smith.
"Mas também sei que, se só fizéssemos isso, era horroroso. Sempre tive a noção que tínhamos de dourar a pílula, mas não de uma forma banal".
Apresentada na recente Feira de Banda Desenhada da Amadora, a colecção de livros ilustrados dedicada ao pop-rock português contempla nomes como Jorge Palma, António Variações, José Cid, GNR, Pop Dell'Arte e Sérgio Godinho.
No primeiro volume, os heróis são os Xutos & Pontapés.
James Hetfield, vocalista dos Metallica, falou ao jornal norte-americano The Houston Chronicle sobre Chinese Democracy , o álbum que os Guns N' Roses demoraram 14 anos a editar, e acabou a gozar com Axl Rose.
A pergunta feita ao cantor e guitarrista da banda que editou recentemente Death Magnetic foi colocada da seguinte forma: "Vocês (Metallica) têm uma história difícil com os Guns N' Roses. Já ouviu o álbum novo do Axl Rose? Deu-se a esse trabalho?" ao que Hetfield respondeu: "Com certeza que vou ouvir. Mas não perdi o sono à espera que fosse editado. E eu que pensava que nós tínhamos demorado muito tempo a fazer um álbum".
Hetfield tem uma teoria sobre o facto de Chinese Democracy ter demorado tanto tempo a chegar ao mercado: "Ele (Axl) chega sempre atrasado a tudo por isso faz todo o sentido. Vimo-lo tocar num festival na Alemanha há dois anos. É um bom líder. É excêntrico, mas todos os artistas são. Se não mostrarem que são estranhos, estão a mentir. Ou estão a fingir que não são ou estão a fingir que são artistas".
Chinese Democracy chega às lojas na próxima segunda-feira, dia 24.
Britney Spears falou sobre as complicações da sua vida em entrevista à MTV. "Se sei que a minha vida é estranha? Sempre soube disso. As pessoas não sabem muita coisa sobre mim que eu quero que saibam. Passei por muito nos últimos dois ou três anos. Cresci muito mesmo".
A cantora vai revelar tudo num documentário intitulado For the Record , que chega às salas a 30 de Novembro. Circus , o novo disco de originais, é editado a 2 de Dezembro.
Recordo que nos últimos anos a cantora teve uma relação de amizade algo polémica com Paris Hilton, foi fotografada em poses menos apropriadas em festas, divorciou-se do pai dos filhos, engordou, rapou o cabelo em público e teve uma prestação pouco inspirada nos prémios da MTV do ano passado. Por todas estas atribulações, Spears não promoveu Blackout , álbum editado há pouco mais de um ano.
Na entrevista à MTV a cantora garantiu ter tido tempo para reflectir sobre tudo o que se passou: "Às vezes a vida pode tornar-se um pouco solitária, porque tu não abres a porta. Estou presa neste local e tenho de lidar com isso todos os dias. Fico ali a olhar para trás... Sou uma pessoa inteligente, em que raio estava a pensar?".